Introito
Uma das últimas postagens do blog sofreu pesados ataques da detratoria (sic!) patrulhadora das opiniões não-conformes com o stablishment. O blog encontra-se sob opressão tanto quanto a Democracia está sendo solapada pelas tropas bolsonéias. Resistir é preciso! Nesta batalha, o pobre-diabo (um mero 04 da vida), que já visitou este espaço diversas vezes, protege-se sob o manto do anonimato proporcionado pela internet. Não é por isso que deixarei de travar o bom combate com o covarde ignoto. Aliás, acho muito interessante desmascarar o baixo nível argumentativo desses capiaus. No começo, pensei que seria uma contenda intelectual discutir com quem defende margens pornográficas na venda de vinhos. Qual... o nível da argumentação chega ser abjeto - prova cabal de que discutimos apenas o excesso de lucro pelo excesso de lucro, e nada além. Repete-se argumentos estúpidos na esperança de que com o tempo tornem-se verdadeiros. É deliciosamente engaçado ver minhas abordagens (digo, respostas) diferentes sobre o mesmo tema retornarem na forma da mera repetição. Vai que a disposição para o combate reverte-se em mero infortúnio. Vejamos um exemplo da última postagem:Senhor Carlos, mais uma vez o senhor destila sua raiva e por que não dizer, preconceito, ao dizer que pagamos salários a tolos. Nós remuneramos bem os nossos funcionários, que são muitos. Contribuímos para o sustento de muitas famílias. E o senhor? O senhor acha errado pagar bem nossos colaboradores? Muitos não fazem isso e conseguem cobrar menos pelos produtos que vendem. São empresas quase que familiares, às quais, também respeitamos. Sua cabeça é realmente muito limitada. E fica gritando como uma galinha velha, sem botar ovo. Se não tem conhecimento de causa, deve calar-se e evitar escrever impropérios. Continue comprando seus vinhos de qualidade e procedência duvidosa. Pelo jeito, isso não fará a menor diferença para o senhor. O importante é que pague mais barato e beba garrafas e mais garrafas. Como disse, espero mesmo que o senhor não trabalhe com o público, para que as pessoas não tenham que ouvir ofensas e gritos a todo momento, só por terem contrariado o vosso pensamento.Sds
Em vermelho, chama a atenção como se distorce qualquer afirmação minha descaindo para o paternalismo. Ao falar em 'custos com funcionários', eu defendia nas entrelinhas que a máquina precisa sem enxuta - como em qualquer empresa! - e, não sendo, é necessário ter uma estrutura onde idiotas comandam idiotas que não sabem trabalhar, elevando os custos. A resposta pretende colocar-me na posição de bandido desalmado e afirma: quem vende mais barato, vende porque não remunera bem os funcionários. Deve ter um espião dentro das empresas que enviam-lhe relatórios detalhados... Depois muda de assunto, conforme o sublinhado (sobre empresas familiares), mas tal proposta nada tem a ver com a premissa. A premissa é 'não pagar bem funcionários'. Daí, extrapola que, sendo familiar, não paga bem os respectivos. Novamente, o sujeito tem informações privilegiadas. E, finalmente, empresas com estruturas maiores (desde que eficientes!) devem ganhar na escala, e podem pagar seus quadros, sim senhor!
Em azul, vê-se o compromisso com a discussão: nenhum. Devo calar-me. Não posso questionar. Os questionamentos dele foram todos demolidos. E pior, sem muito esforço. Então ele retorna com a mesma ladainha de sempre, tentando calar-me sem nunca dar argumentos.
Em verde, nota-se o respeito do fulano pela concorrência. Quem pratica menor margem tem qualidade e procedência duvidosa (sic).
Em verde, nota-se o respeito do fulano pela concorrência. Quem pratica menor margem tem qualidade e procedência duvidosa (sic).
Em rosinha (rs), o xingamento depois que escrevi em caixa alta - sim gritando. Fruto de comentários muito energúmenos. Este blog não pretende ser politicamente correto e a educação e cortesia vão até certo limite. A pessoa em questão já foi respondida diversas vezes anteriormente, e nunca apresentou um único argumento nas discussões. Como dito, repete frases soltas esperando que tornem-se verdade. Não neste espaço, que é de debates. Ao fugir da argumentação, não respeita o espaço, que é de discussão. Não me respeita. Não me respeitando, terá da recíproca, em algum momento. Observando, claro, que o xingamento não faz parte da conversa. Xingamento foi o dele, justamente apontado em... rosinha...
Uma das bases da minha argumentação - depois de assumir que não conheço em profundidade os trâmites da importação, etc., etc., etc. - vem da observação de que eles (os trâmites) valem para todas as empresas, grandes ou pequenas. E, se a empresa é maior, ora, ela tem que ganhar na escala! Recuso-me a acreditar que a escala perca da burocracia, se esta vale para o grande e para o pequeno. Perde da ineficiência (em qualquer lugar, não só aqui!), mas é outra questão.
Ser exortado a largar dos picaretas e juntar-se aos bons não traz o energúmeno à reflexão. Ele ainda quer justificar o injustificável. Por mais que aconteça assim: abaixo temos dois preços do mesmo vinho (safras diferentes). Na primeira imagem, seu preço no catálogo de 2019-2020, e antes dele esgotar-se, representado por uma importadora tubarona. Vendido ao dóla do dia, saía pela bagatela de USD 118,50, pelo menos R$ 600,00 a custo de hoje. Comprando em Real, no dia 6/3/2021(!), paguei... R$ 245,65! Se o vinho está bom? Ara, Já havia experimentado dele há algum tempo - não postei. Mas aquela experiência foi a 'deixa' para começar a estocar Korem como se não houvesse amanhã (rs). O vinho não apenas é muito bom como está em ótima condição, conforme comprovei em duas ocasiões no último ano! Então é assim: o que não é 'dele', é de procedência duvidosa. Vê-se que respeita os concorrentes como respeita o blog...
Bem, quem sabe agora o leitor desavisado não estranhe mais quando digo que importadores (e sua corja de obedientes defensores) são energúmenos.









