Introito: a divisão do trabalho das tarefas
Parodio Smith ao mencionar como não tenho problema em dividir tarefas, e os comentários políticos de hoje em parte vêm com meu completo endosso à matéria de Felipe Moura Brasil. Recomendo acompanharem-no; PTlhos e bolsonéscios estão dispensados, pela absoluta idiotia que lhes é peculiar. O vídeo distribui vergonha para ambos os lados, com precisão cirúrgica e fontes verificadas, suficientes para os gados precisarem aprofundar-se ainda mais em suas dissonâncias cognitivas, sendo-lhes algo inato há muito e sem surpresas. Escrevo estas linhas para colegas e amigos em boa parte ex-votantes de NAP ou eleitores nem de um, nem de outro, mas curiosos a ponto de conhecer um Livro Amarelo daqui, um posicionamento de Renan Santos dali, sem o menor compromisso de apoiar meus eventuais indicados - como deve ser! Nestes tempos perigosos, quando ratos saem de seus covis à caça de votos, nenhum lugar está a salvo. Nem o blog... gente sem caráter, escondida no anonimato e crente de incomodar-me, deixa uma sequência de recadinhos na esperança de perturbar-me a paciência. Divertem-me! Soa engraçado um cidadão enviar texto que ele sabe não será publicado. A insistência em gastar tempo entrando em postagens e deixando mensagens de conteúdo vazio de ideias vai ao encontro da concepção acabada de estupidez, no sentido de o caboclo fazer sempre a mesma coisa esperando resultados diferentes. Entre uma tarefa profissional e outra, confiro e-mails, vejo as notas, sorrio, paro para um café e volto a trabalhar com disposição renovada. O humor é parte importante do dia-a-dia; rir é viver, e viva o hedonismo epicurista! Houve uma intervenção da época da eleição passada e devidamente publicada aqui. Foi uma nota minimamente inteligente, onde o missivista ardilosamente perguntava qual tipo de vinho eu gostava. Ele sugeria poder ser aquele vinho estrelado, com 13 graus... considerei um desafio elegante, pois falava de vinho. Não precisei gastar muito tutano para retrucar sobre minha preferência: Amarones com 22 graus de potência e finesse. O próprio cidadão reconheceu a verve da resposta. Àquela altura já estava claro que eu não votaria em NAP nem em um candidato incompetente - muito menos em um com viés obscurantista, pouco afeito às regras democráticas e amigo da desinformação, sem contar todo o resto Mas como criticava NAP - e cada gado parece registrar somente as desaprovações a seus amos - o cidadão provavelmente considerara meu voto como bolsonéscio. Foi nulo. Portanto renovo minha opinião para quem, como eu, nascido no plantão de Minerva, precisa de pouco para perceber as coisas. Voto nulo! Não há quem mereça a confiança do cidadão de bem. Discípulos de Coalemos (obrigado, IA!), recuem!


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